Fundamentos do Terreiro
São os fundamentos do TULAP – Cabana do Pai Tobias de Guiné.
-
- A caridade - Ama a teu próximo como a ti mesmo
-
- A gratuidade de todos os atendimentos e trabalhos
- A não utilização de sangue ou de sacrifício animal
- Não é realizado nenhum trabalho para o prejuízo de alguém
- Recepção com amor a todos, sem qualquer preconceito ou discriminação, seja pela condição social, condição financeira, pela cor da pela, ou pela raça, pelo sexo ou pela opção sexual ou pela religião
- A crença em um único Deus (Umbanda é monoteísta)
- A crença nos Orixás como emanações do próprio Criador
- A sobrevivência do espírito (alma) após a morte carnal
- A lei das reencarnações
- A manifestação dos espíritos desencarnados no mundo material por meio dos médiuns
- A lei de ação e reação ou lei kármica
- Um ritual como forma de disciplina e orientação
- Que a Umbanda é uma religião mediúnica e alquímica (ou magística)
Uma descrição completa sobre os fundamentos do TULAP – Cabana do Pai Tobias de Guiné
-
- desse mais importante fundamento extrai-se:
- Daí de graça o que de graças recebestes. Não se aceita a cobrança por qualquer trabalho ou atendimento, seja por meio de moeda ou equivalentes;
- Amar e aceitar todos os que ao terreiro recorrerem, encarnados ou desencarnados, sem preconceito seja ele social, racial, religioso, sexual ou de opção sexual;
- A não aceitação e assim muito menos a prática de qualquer ato que produza, mesmo que indiretamente, o mal. Desta forma não são praticados atos que burlem, interrompam ou desviam a lei de ação e reação, tais como amarrações, prejuízos a outrem, ou punição a inimigos.
2. A crença em um Deus-uno (monoteísmo) cujo nome varia podendo ser chamado de Deus, Olorum, Zambi, e assim por diante. O único ser incriado que emana de Si toda a criação; 3. A crença nos Orixás como emanações de Deus, como a própria manifestação do Criador, os Orixás são o “hálito de Deus” 4. Na vida após a morte, na vida espiritual e na sucessivas encarnações (crê-se nas reencarnações) e que a liberdade verdadeira, e a felicidade verdadeira só serão alcançadas quando encerrarmos o ciclo de reencarnações; 5. Que todo espírito é filho de Deus e assim dos Orixás e merece nosso respeito, amor, dedicação e atenção. Para aqueles que tiverem que ensinar, aprenderemos, para aqueles que necessitarem de luz e amor, serviremos de instrumento para a força (axé) dos Orixás por meio de seus mensageiros; 6. Que os espíritos podem se comunicar com o mundo material por meio dos encarnados no fenômeno natural conhecido como mediunidade; 7. Que a mediunidade não é um Dom divino e sim uma faculdade que devemos zelar, proteger e desenvolver para dela fazermos a vontade do Pai; 8. Que os Orixás por serem a própria manifestação e essência divina não podem se manifestar diretamente nos terreiros de Umbanda. Assim o fazem por meio de espíritos de luz, os chamados guias, que se apresentam em formas, em roupagens fluídicas que denominamos forma-apresentação; 9. Um ritual como forma de disciplina e orientação, bem como de condução e concentração dos processos mediúnicos; 10. A lei de Ação e Reação, ou também conhecida como lei Kármica, que diz que toda ação, ou omissão que fazemos teremos um retorno. Somos hoje o reflexo de nossas ações no passado, quem magoamos, quem ajudamos. Assim o futuro de nossas vidas será o reflexo de nossas ações e omissão no momento atual. E que essa lei não é punitiva e sim educativa, por meio dela é que alcançaremos a iluminação e a felicidade; 11. Que a Umbanda é uma religião mediúnica e alquímica (ou magística). Isso significa que a Umbanda pode transmutar estados, sejam eles mentais, espirituais ou físicos. 12. A não utilização de qualquer sacrifício animal, bem como a proibição da utilização de qualquer elemento que contenha sangue (sangue, vísceras e a própria carne);
1. a prática da caridade (caridade entendido como o amor mais puro e desprendido a exemplo de Jesus Cristo), o que se exalta: “Ama a teu próximo como a ti mesmo”;

